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CCZ de Foz apresenta projetos à diretoria do CRMV-PR em Plenária itinerante


Publicado em: 29/10/2018 10:48 | Fonte/Agência: CRMV-PR | Categoria: Geral

 


A diretoria do CRMV-PR esteve em Foz do Iguaçu na última semana para mais uma reunião plenária itinerante – a primeira foi realizada em abril, em Londrina – e recebeu a equipe do Centro de Controle de Zoonoses do município para a apresentação de seus projetos.

Reconhecido por seu trabalho em monitoramento e vigilância, o CCZ de Foz, representado nesta oportunidade pelo coordenador Carlos Eduardo de Santi e a assessora regional do CRMV-PR Luciana Chiyo, apresentou quatro projetos que vem desenvolvendo na região.

O mais recente, iniciado no dia 15 de outubro, consiste na captura de 400 cães a cada seis meses para exames e identificação. “Os animais recebem coleira, número, são registrados em fotografia e recebem vacinas e vermífugo, além da coleta de amostras de sangue, fezes e carrapatos”, afirma Santi. Com estes dados, explica, será viável estimar a população de cães na cidade e identificar se são semidomiciliados, comunitários ou de rua.

Será possível, ainda, levantar informações referentes a doenças como leishmaniose, leptospirose e raiva. A expectativa é que em 2020 o trabalho justifique e estabeleça políticas públicas para a preservação da saúde humana, prevenção de zoonoses e garantir o bem-estar animal.

O trabalho de diagnóstico da leishmaniose, o projeto VIGEntEE (Vigilância Integral e Geoprocessamento em Entomologia, Endemias e Epizootias) e as ações de monitoramento e vigilância da raiva também foram apresentados aos diretores. Este último será intensificado nas próximas semanas, com a oferta de vacinação contra a raiva nos bairros.

“Em duas semanas vamos começar a vacinação nos bairros e em um ano pretendemos ter coberto o município inteiro. Também estamos fazendo a vigilância e monitoramento dos animais mortos, recolhendo material encefálico e encaminhando para o LACEN”, afirma o coordenador. De acordo com levantamento realizado pelo CCZ, o número de casos de morcegos positivos cresceu abruptamente após o fim do protocolo de vacinação estipulado pelo Ministério da Saúde, em 2015; de dois animais infectados naquele ano, subiu para 31 em 2017. “Este monitoramento tem possibilitado que não tenhamos nenhum caso felino, canino e humano”, destaca.

A reunião plenária foi realizada nos dias 25 e 26, com a participação de diretores e conselheiros. A próxima está marcada para 22 e 23 de novembro, em Curitiba.


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